segunda-feira, 5 de novembro de 2007

Infinda Vida - (Para Meu Amigo Túlio).

Infinda Vida

Sou moderno se levar à consideração a idade,
Que não permito, se torne para mim, um covil,
Com nada me entorpeço, jamais me aprisiono,
Minha luz resplandecente é simples e natural,
Não preciso de abrigos, pois não sou domado.

É impensável me deixar vencer pelo concreto,
Pois a maus humores ..., sou osmótico,
E sicários, comigo não se criam,
Já que minha verve é faca maior e mais afiada.

Se a manada é domada, não me revolto,
Me entristeço com os revoltados,
Digiro hodiernamente o plasma convencionado
Para que seja possível e não indigesto, o lato viver.

Desperto sou à verdade, mas não esperto à vida,
Minhas cores vibrantes se espraiam no húmus nigru,
Criando adjeta sinfonia pura e poética,
Propalada por voz suave, mas plena,
Para poucos que não se fazem moucos,
Em qualquer ponto da cidade ou do interior.

E que não haja orgulho desmedido,
Mas abertura, inteligência e mega vida,
Giga proporção em stricta igualdade
Meta em existência e infinita à consciência.

Passa o tempo tão medido, em desmedida proporção,
Silente no vácuo, que sabe do espaço vazio,
Derrubando o volume das cruzes aos montes,
Descendo dos montes as cruzes,
Recuperando a língua em não homomorfismo,
Em dialética xenófila que também é atual.

Eras humanas geram esgotos pútridos,
Perfume, só é natural nas flores.

A besta fera bufa, quem dera fosse estéril,
Feras incestas dançam funk e não dão Break,
Seguem como máquinas,
Em desengrenagens psicológicas,
Vomitam a bílis que não conseguem ruminar,
De um intestino proceder.

Multidão emparedada e sem casta,
Nano lumem de conduta caótica,
De quem tem a vida lerda,
Micropartícipe do nada.

Em bíblicos repercurssores da mesmice,
Asfixiante veneno ao existir das pessoas,
Que acéfalas usam o crânio como capacete oco,
Por viverem sobre cinzas do passado.

quinta-feira, 13 de setembro de 2007

HÁ GOSTO DE DESPEDIDA

Esperei, por você, até mesmo,
quando você não sabia,
Esperei, que você ..., me ligasse,
De onde estivesse,
Esperei, que você compreendesse,
O quanto eu lhe queria,
Esperei, que você entendesse,
A falta que fazia.

Esperei, tudo que eu sabia,
Esperei tudo de você,
E nada eu conseguia.

Sumi, da sua vida,
Sumi, do seu trabalho,
Sumi, sem que você notasse,
Sumi, para que você, não soubesse,
Sumi, para que não me visse,
De onde você estivesse.

Sumi, para que compreendesse,
O quanto me queria,
Sumi, para que entendesse,
A falta, que eu fazia,
Sumi, para que ..., tudo entendesse,
Sumi, tudo que eu sabia,
Mas nada, eu conseguia.

Voltei, em um momento,
Que você não sabia,
Cheguei, no seu trabalho,
Lugar onde você sempre, estava,
Cheguei, para que notasse,
De onde estivesse.

Cheguei, para que compreendesse,
O quanto eu queria,
Cheguei, sem que você entendesse,
O que eu fazia,
Cheguei, sempre esperando,
Mas nada, eu conseguia.

Cheguei, com minha vida,
E você ..., nada entendia.

Você me viu, e sorriu,
Sem que eu entendesse,
Você se chegou,
Sem que eu notasse,
E não importava,
De onde eu viesse.

Você me abraçava,
Que mais tarde eu ligasse,
Você me pedia,
Você me abraçava,
Gostava porque me via,
Você me abraçava,
E ria o que sabia,
Você me abraçava,
Não largava,
Não conseguia,
Você me abraçava,
Não importava,
Onde estivesse,
Você ..., me abraçava,
Não sabia o que fazia,
Você me abraçava,

Era tudo que eu queria.

Você me abraçava,
Era - agosto - final,

Eu ..., me despedia.

Do meu livro, "Apenas Poesias" e da Coletâna Antológica "Pó & Teias", do grupo Glória Kirinus, da Biblioteca Pública Do Paraná.

quarta-feira, 12 de setembro de 2007

Uma Crônica Poética, Que Conta Minha História, E ..., Me Apresenta

Em certa data, nos estertores da guerra, nasceu uma pessoa de vida grata, com pés na terra e voz forte, que ao falar "Ecoa".

Essa pessoa "Sou Eu", e na vida aprendo, a conquistar o que é meu, mesmo sabendo que "O Viver É Duro" para me "Bastar" , mantendo o "Ideal", mas, "Meu Caráter ..., Não Vendo".

Porém, a "Vida" traria, à minha pessoa comum, a vontade de mais fazer, e desde cedo, "Eu Faria", o que qualquer um fazer poderia, com respeito, "Ao Ser" ..., "Eu Vivia" !

Assim cresci e adulto cedo cheguei a ser. Me aprimorei e minha cabeça avançou. Como "Pessoa", consegui "Vencer".

Dali para o que hoje faço, o caminho foi só um pulo, junto algo do muito que aprendo e aplico "Passo A Passo".

Isso não torna o "Passado" nulo, constrói o "Futuro"; consciente "Presente" ..., que agora "Vivo".

Contudo, aquela vontade permanecia, e, ser profissional comum, não mais eu queria.

Havia necessidade de ser "Um". Tomei uma atitude diferente.

A meus semelhantes "Amei"; "Amo" e "Amarei", ao "Ser Humano Me Dediquei"; "Me Dedico" e "Me Dedicarei".

Se ..., por outras atividades passei, nas "Artes", na "Literatura" e na "Parapsicologia", "Me Encontrei", "Me Encontro" e ..., "Permanecerei".

É ..., justamente por isso, que agora então, me apresento no que hoje, faço.

A quem quiser, "Ofereço", e ao mundo que está sedento, de "Minha Vida", meu traço, e a "Você" que lê ..., "Meu Apreço".

Olinto A. Simões

terça-feira, 11 de setembro de 2007

Prazer Literário

Um lugar onde o escritor, seja do gênero que for, encontra espaço para mostrar o que faz, e dizer do prazer que sente em fazê-lo.

Um lugar, em que só não há espaço para o absurdo procedimento de estragar uma coisa que deve ser valorizada acada dia, "A Vida".

E uma das maneiras mais inteligentes de dar o real valor que a vida tem, é escrever sobre ela, mostrar que o prazer de escrever, representa em primiro lugar, a alegria de retratar, cada nuance da Maravilhosa Arte De Viver.

Sim, são aceitas todas as formas de literatura, mas "Aqui Fica Um Especial Pedido":

- Com um idioma tão rico e tão bem elaborado para demonstrar o que quer que seja, é um crime, usar palavras de baixo calão. Isso, além de não fazer parte de uma Literatura condizente, é uma coisa que acaba com o Prazer da leitura.

Portanto, sejam todos muito bem-vindos e ..., mostrem o quanto sentem de Prazer Liteário, quando escrevem ou descrevem o belo.

Olinto A. Simões